https://revabeno.emnuvens.com.br/revabeno/issue/feed Revista da ABENO 2024-02-20T18:31:14-03:00 Vania Regina Camargo Fontanella revabeno@gmail.com Open Journal Systems <p>A Revista da ABENO é uma publicação da Associação Brasileira de Ensino Odontológico que oferece acesso livre imediato ao seu conteúdo. Solicita-se cadastro prévio, de forma a permitir traçar o perfil do leitor.</p> <p><strong><img src="https://revabeno.emnuvens.com.br/public/site/images/lepidus/300abeno.jpg" alt="" width="300" height="158" /></strong></p> https://revabeno.emnuvens.com.br/revabeno/article/view/1851 Alternativa para o ensino remoto das ações de promoção da saúde 2022-05-24T06:34:58-03:00 Geovana Ribeiro dos Santos geovanar_santos@hotmail.com Francielle Nunes de Azevedo Romanowski francielleromanowski@hotmail.com Leandro Brambilla Martorell lbmartorell@gmail.com Lila Louise Moreira Martins Franco lila80louise@yahoo.com.br Liliane Braga Monteiro dos Reis lilianeprofessora@yahoo.com.br Monarko Nunes de Azevedo monarko@ufg.br <p>Os autores relatam a experiência de reestruturação das estratégias de ensino-aprendizagem durante a pandemia COVID-19, em um curso de Odontologia, envolvendo docentes, discentes, comunidade e serviços de saúde. Diante da suspensão das atividades presenciais nas instituições de ensino e estágios na comunidade, os acadêmicos do Curso de Odontologia da Universidade Evangélica de Goiás utilizaram o arco de Maguerez, para observar a realidade de algumas regiões do município, identificar os principais problemas de saúde e sociais existentes e propor soluções, pautadas na literatura científica, para intervir na comunidade com diferentes estratégias de ensino-aprendizagem reestruturadas, mediadas por recursos educativos que permitissem difundir preceitos de saúde de forma remota. Foram desenvolvidos vídeos curtos, tutoriais, livros, cartilhas e manuais, que, com linguagem clara, acessível e explicativa, orientaram a comunidade por meio das redes sociais e de transmissões ao vivo pela internet. A comunidade teve acesso aos materiais produzidos pelos telefones celulares e computadores, em que pese a limitação de quem não possuía estes equipamentos. Foram abordados temas como orientações sobre higiene bucal, alimentação saudável, importância da atividade física, descrição das condições bucais e sistêmicas e como preveni-las, orientações sobre como lidar com as diferenças dos indivíduos e a solidão na quarentena. No contexto pandêmico, as limitações impostas pelo isolamento social implicaram na necessidade de reestruturação das estratégias de ensino-aprendizagem, provocando nos docentes, discentes, comunidade e serviço de saúde uma aproximação da tecnologia digital, trazendo o desafio de se desenvolver uma educação problematizadora, com o uso de estratégias dinâmicas e reflexivas.</p> 2024-04-10T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2024 https://revabeno.emnuvens.com.br/revabeno/article/view/2159 Educação em saúde bucal para crianças e adolescentes com deficiência auditiva 2023-11-05T11:01:01-03:00 Mariana Agra Monteiro marianaagra123@gmail.com Heloísa Hannelore Diniz Barbosa heloisadiniz98@gmail.com Joab Custódio da Silva Neto naodisponivel@gmail.com Lydiane dos Santos Dantas lydianeodonto@gmail.com Andreza Cristina de Lima Targino Massoni andrezatargino@gmail.com <p> Os autores relatam a experiência de uma ação de educação em saúde bucal voltada a crianças e adolescentes com deficiência auditiva, matriculados em uma escola referência para o ensino à comunidade surda de uma cidade de grande porte populacional localizada no estado da Paraíba, Nordeste brasileiro. Os alunos participantes de um projeto de Extensão Universitária conduziram a ação com o auxílio de três intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras), disponibilizados pela instituição. Destaca-se a divisão da ação em dois momentos: o primeiro, inicialmente destinado às crianças do primeiro ao quinto ano do Ensino Fundamental, por meio de dinâmicas que objetivaram trabalhar a importância da alimentação saudável, bem como orientações sobre a escovação e o uso do fio dental; e um segundo momento, realizado com os adolescentes do sexto ao nono ano do Ensino Fundamental, por meio de uma dinâmica de mitos e verdades sobre a saúde bucal, a fim de esclarecer sobre as principais dúvidas dos alunos. Ambos os momentos foram exitosos e garantiram a participação efetiva dos estudantes que se engajaram e partilharam muito conhecimento com os extensionistas. Desta forma, é notório o quanto a Extensão Universitária é uma atividade importante na formação acadêmica e humana dos futuros cirurgiões-dentistas e, principalmente, na devolutiva à comunidade de conhecimentos gerados na academia, oportunizando momentos ricos de educação em saúde.</p> 2024-04-21T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2024 https://revabeno.emnuvens.com.br/revabeno/article/view/2149 Processo de aprendizagem colaborativa entre residentes e estudantes de graduação em Odontologia em um hospital universitário de Curitiba 2023-09-25T10:35:31-03:00 Julia Schlichting Azevedo juliaschlichting@hotmail.com Nathiele Santana de Oliveira nathiele.s.oliveira@gmail.com Soraya de Azambuja Berti Couto soraya.berti@pucpr.br Paulo Henrique Couto Souza couto.s@pucpr.br <p>Com o reconhecimento do exercício da Odontologia Hospitalar e sua aprovação como uma nova especialidade pelo Conselho Federal de Odontologia em 2023, e validação das novas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Odontologia homologadas em 2021, os cursos de graduação em Odontologia no Brasil tendem a qualificar futuros profissionais em formação para atuar em ambiente hospitalar, de forma sistematizada. Isso visa propiciar aos estudantes uma vivência interprofissional inerente aos hospitais, favorecendo a interação positiva entre várias áreas da saúde. Este estudo descritivo tem como objetivo relatar a experiência no processo de aprendizagem colaborativa entre profissionais de saúde residentes do Programa de Residência Multiprofissional em Saúde do Idoso, na área profissional de Odontologia, de um Hospital Universitário de Curitiba e estudantes de graduação do curso de Odontologia de uma instituição de ensino superior. Durante o desenvolvimento de diferentes atividades acadêmicas, observou-se que a utilização desta metodologia de ensino-aprendizagem caracterizou-se como uma ferramenta importante, buscando fortalecer as trocas de vivências práticas, propiciando discussões entre estudantes e profissionais residentes, por meio da mediação dos docentes, os quais buscavam sempre incentivar a construção do conhecimento crítico reflexivo, oportunizando uma experiência de formação discente interprofissional ampliada.</p> 2024-02-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2024 https://revabeno.emnuvens.com.br/revabeno/article/view/2232 Pluralidades no ensino odontológico 2024-02-10T12:56:08-03:00 Guilherme Vidal da Silva gsvdal@gmail.com Isadora Mello de Carvalho isalcarvalho@gmail.com Roberta Machado Silveira msrobertaa@gmail.com Gustavo Almansa Bernardo almansagustavo@gmail.com juliana Jobim Jardim jujobim@yahoo.com Matheus Neves matineves@gmail.com <p>Este artigo objetivou relatar a experiência da utilização das mídias sociais como espaços de construção de conhecimentos acerca das temáticas de racismo estrutural e saúde da população LGBT por meio de eventos promovidos por alunos bolsistas do Programa de Educação Tutorial (PET) Odontologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Ao considerar o cenário de ensino em Odontologia, além dos conhecimentos técnicos e científicos necessários aos cirurgiões-dentistas, é de extrema relevância a abordagem de assuntos que ultrapassam essas barreiras para a formação de profissionais que sejam capazes de exercer a profissão de forma articulada ao contexto social. Tendo em vista a pandemia gerada pelo novo coronavírus (COVID-19) e a necessidade de ajustar as ferramentas de ensino às demandas de isolamento e distanciamento social, observou-se o importante espaço que as mídias sociais conquistaram como meio de construção de conhecimentos dos mais diversos temas e com a vantagem de dispensar deslocamento, diferente dos ambientes tradicionais de ensino. A metodologia utilizada mostrou-se vantajosa, uma vez que possibilitou o encontro de docentes, discentes e público em geral de diferentes regiões do Brasil, garantindo ampla discussão das temáticas que apresentam grande impacto social. Ainda assim, destaca-se que a desigualdade social gera diferentes possibilidades de acesso aos ambientes virtuais, sendo uma barreira à informação para populações mais vulnerabilizadas. A escolha das temáticas foi ao encontro das propostas dos Grupos PET, uma vez que contribuem positivamente na formação dos estudantes universitários.</p> 2024-04-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2024 https://revabeno.emnuvens.com.br/revabeno/article/view/1826 Perfil profissional dos egressos do curso de Odontologia de uma universidade do interior da Bahia 2022-02-12T17:57:14-03:00 Carlos Henrique Silva chenriques10@hotmail.com Francisco Xavier Paranhos Coêlho Simões franciscoxpcsimoes@hotmail.com Lívia Maria Andrade de Freitas livifret@yahoo.com.br Cezar Augusto Casotti cacasotti@uesb.edu.br <p>O objetivo desse estudo é conhecer o perfil dos egressos do Curso de Odontologia de uma Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia e o grau de satisfação em relação ao âmbito de trabalho. Foi realizado um estudo quali-quantitativo e transversal por meio de questionário online autoaplicável enviado por meio das redes sociais (<em>WhatsApp</em> e <em>Instagram</em>) para os cirurgiões-dentistas que colaram grau entre o período de 2009 a 2020. Os dados obtidos foram tabulados na planilha Excel e submetidos à análise descritiva e ao teste Qui-quadrado de Person com nível de significância de 5%. Para a questão discursiva foi utilizada a técnica de análise de conteúdo proposta por Bardin. Dos 383 egressos, 124 (32%) participaram da pesquisa. A maioria (84,6%) se inseriu no mercado de trabalho em até um mês após a formatura e atuavam como profissional liberal (30,2%). Houve diferença significativa quando associado a satisfação com a profissão e a valorização financeira. A insegurança em atuar na profissão foi relacionada a não ter mais a supervisão do docente. Ademais, foram apontadas pouca exploração nos conteúdos de gestão e empreendedorismo durante a graduação. Conclui-se que os egressos conseguiram uma rápida inserção no mercado de trabalho após a colação de grau e que as atividades extracurriculares são preponderantes para nortear a futura profissão e contribuir na qualificação profissional.</p> 2024-02-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2024 https://revabeno.emnuvens.com.br/revabeno/article/view/1999 Vivenciando o cuidado em saúde bucal para pessoas idosas em acompanhamento em saúde mental 2023-05-14T19:26:47-03:00 Luane Machado de Souza luane33souza@gmail.com Júlia Mariana dos Santos Jornada juliajornada@hotmail.com Aline Leite Ferreira alefavbulg@gmail.com Cássia Karime Klotz Stephanou cassia.klotz@gmail.com Camilla Larrea Campos camillalarrea@gmail.com Letícia Paschoal da Silva leticia.paschoal3@gmail.com Thainara Schardosim Parahiba thainara_schardosim@hotmail.com Alexandre Favero Bulgarelli alexandre.bulgarelli@ufrgs.br <p>Resumo A interlocução entre saúde mental, pessoas idosas e saúde bucal é um assunto que precisa ser abordado na formação em Odontologia. Mesmo que em um curto período dentro dos 5 anos de formação, um momento em que estes temas se encontram em um estágio extramuros mostra-se interessante e enriquecedor. O objetivo do presente artigo é apresentar um relato de experiência de estudantes de Odontologia na promoção da saúde dentro do escopo da Odontologia em uma instituição de longa permanência em um município do Rio Grande do Sul. Metodologicamente, o presente relato de experiência foi estruturado de acordo com o referencial teórico para Sistematização de Experiências, seguindo os seguintes passos: descrição do ponto de partida, elaboração de perguntas iniciais, reflexão sobre o processo vivido e descrição e apresentação dos pontos finais da experiência. As 7 estudantes de graduação envolvidas nesta experiência planejaram e desenvolveram, com professores-tutores e supervisores locais, ações de cuidado e educação em saúde bucal para 32 pessoas institucionalizadas. As atividades desenvolvidas geraram engajamento mútuo, tanto das estagiárias quanto dos residentes e trabalhadores da instituição. Neste contexto, este texto apresenta experiências em uma narrativa permeada pelas dificuldades, potencialidades e motivações para o aprendizado da Odontologia.</p> 2024-04-11T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2024 https://revabeno.emnuvens.com.br/revabeno/article/view/2203 Avaliação da usabilidade e utilidade de um aplicativo sobre traumatismos dentários para cirurgiões-dentistas e estudantes de Odontologia 2024-01-30T20:36:00-03:00 Allan Abuabara allan.abuabara@gmail.com Thais Vilalba Paniagua Machado do Nascimento thaisvilalba@gmail.com Ludmylla Gomes de Lima ludmyllagomesdelima@gmail.com Mariana de Oliveira Espindola marianaespindolaa5@gmail.com Cristiano Miranda de Araújo cristiano.m.araujo@hotmail.com Flares Baratto Filho fbaratto1@gmail.com <p>O objetivo deste estudo foi avaliar a usabilidade e a utilidade do aplicativo (app) Dental Trauma, disponível gratuitamente e em português nas lojas App Store e Play Store. Participaram do estudo estudantes de Odontologia e Cirurgiões-dentistas (CDs) (n = 20). Utilizou-se o teste de Escala de Usabilidade do Sistema (<em>System Usability Scale</em> - SUS) para análise da usabilidade e o teste de Aceitação de Tecnologia (<em>Technology Acceptance Model</em> - TAM) adaptado ao contexto da pesquisa para a análise da utilidade. Foi aplicado o teste de Mann-Whitney para comparar o escore SUS entre estudantes e CDs e o teste de Spearman para correlacionar as questões da utilidade. A pontuação SUS no percentil 50 foi de 83,75. Valores acima de 68 são classificados como aceitáveis. O teste de Mann-Whitney não evidenciou diferença significativa na pontuação SUS ao analisar separadamente CDs e estudantes de Odontologia (p = 0,442). O app foi amplamente avaliado como útil (95% a 100%), sendo observadas correlações robustas, positivas e significas entre as respostas para cada questão. O app não contempla traumatismos em dentes decíduos, sendo uma oportunidade de atualização ou desenvolvimento de outros apps. O app Dental Trauma atendeu aos requisitos de usabilidade e utilidade, alcançando resultados classificados como “excelente”. Os usuários reconheceram se tratar de uma tecnologia útil que pode auxiliar o profissional no diagnóstico e conduta e na compreensão dos conceitos relacionados ao traumatismo dentário. </p> 2024-04-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2024 https://revabeno.emnuvens.com.br/revabeno/article/view/1856 Conhecimento de estudantes de Odontologia sobre prescrição e o uso de medicamentos 2023-06-12T10:51:02-03:00 Jeniffer Kula naodisponivel@gmail.com Norma Suely Falcão de Oliveira Melo naodisponivel@gmail.com Antonio Adilson Soares de Lima antollima@hotmail.com <p>Este estudo teve como objetivo analisar o conhecimento de 335 estudantes de Odontologia sobre prescrição e uso de medicamentos. Os participantes foram divididos em dois grupos: Grupo I - composto por 136 alunos do último período/semestre do curso de Odontologia e o Grupo II - composto por 199 alunos que haviam concluído recentemente a disciplina de Terapêutica Medicamentosa/Farmacologia (segundo semestre da graduação). Os estudantes responderam a um questionário com 19 perguntas fechadas dividido em três blocos de interesse, Bloco A (5 perguntas sobre sua formação acadêmica); Bloco B (4 perguntas sobre legislação e prescrição de medicamentos) e Bloco C (10 perguntas sobre prescrição comum em casos de risco aumentado por comorbidade em Odontologia). O instrumento foi validado após a aplicação de três estudos piloto em 60 alunos voluntários que recentemente haviam concluído a disciplina de Terapêutica Medicamentosa/Farmacologia. Os resultados permitiram classificar o nível de conhecimento como ruim, moderado, bom ou excelente de acordo com a estratificação adotada pelos autores. A maioria dos alunos entrevistados era do sexo feminino, com 22 anos de idade. De acordo com os resultados, 70% dos participantes afirmaram que a duração da disciplina Farmacologia/Terapêutica Aplicada à Odontologia foi insuficiente para que se sentissem seguros ao prescrever medicamentos. Os dados apresentados mostraram que no bloco “B” apenas 19% dos alunos sabiam quem é o responsável pelo documento de prescrição. Além disso, 57% identificaram os itens obrigatórios em uma prescrição antimicrobiana. O índice de sucesso do bloco “C” mostrou que os participantes apresentaram conhecimento razoável envolvendo as questões sobre indicação e prescrição de medicamentos tanto em situações regulares quanto em situações de risco na Odontologia. O conhecimento médio dos alunos quanto à indicação e prescrição de medicamentos revela um problema na formação acadêmica relacionada à terapia medicamentosa.</p> 2024-02-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2024 https://revabeno.emnuvens.com.br/revabeno/article/view/1828 Qualidade de vida dos estudantes de Odontologia na pandemia da COVID-19 2023-05-22T08:28:45-03:00 kennya Thaís Sabino Pinheiro kennyapinheiro@outlook.com Maria Eduarda Gonçalves de Lima eduardagoncalves@alu.ufc.br Maria Imaculada de Queiroz Rodrigues imaculadaqueirozr1997@gmail.com Michael Douglas da Silva Oliveira michaeloliveira@alu.ufc.br Mickael Jonathan Gouveia de França mickaeljonathan@alu.ufc.br Myrna Maria Arcanjo Frota Barros myrnaarcanjo@ufc.br Paulo Goberlânio de Barros Silva paulo_goberlanio@yahoo.com.br Cinthia Nara Gadelha Teixeira cinthia_n80@yahoo.com.br <p>O objetivo deste estudo foi avaliar a qualidade de vida (QV) dos estudantes de dois cursos de Odontologia da Universidade Federal do Ceará (UFC) durante a pandemia da <em>Coronavirus Disease</em> 2019. Foi realizado um estudo transversal, com coleta de dados em maio de 2020, por meio de questionários que mensuraram as variáveis sociodemográficas, relacionadas ao curso e comportamentais, além do <em>World Health Organization Questionnaire for Quality of Life-bref</em>. Foi realizada regressão logística multinomial. Ocorreu a participação de 396 estudantes. Observou-se que 64,1% dos acadêmicos apresentavam-se insatisfeitos quanto à QV. Variáveis como renda mensal (p=0,018), religião (p=0,012), qualidade do sono (p&lt;0,001), insônia (p&lt;0,001) e prática de atividade física (p&lt;0,001) foram associadas com a insatisfação com a QV. A QV dos acadêmicos de Odontologia da UFC foi insatisfatória, a partir da análise dos baixos escores dos questionários, sendo importante que todos os envolvidos no processo educacional sejam sensíveis a esta realidade, a fim de tentar modificá-la.</p> 2024-04-01T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2024 https://revabeno.emnuvens.com.br/revabeno/article/view/1822 Impactos da COVID-19 aos acadêmicos de Odontologia no Brasil 2023-01-25T18:57:59-03:00 Nathan Delfino Eich nathandelfinoeich17@gmail.com Ivan Onone Gialain ivan.gialain@kroton.com.br Alexandre Pena Corrêa Bittencourt alexpena_br@hotmail.com Luiz Evaristo Ricci Volpato odontologiavolpato@uol.com.br <p>O presente estudo teve por objetivo analisar os efeitos da pandemia da COVID-19 sobre o rendimento e aproveitamento acadêmico dos estudantes de Odontologia no Brasil. O estudo transversal descritivo foi realizado por meio da aplicação de questionário usando o aplicativo Google Forms, compartilhado via redes sociais como WhatsApp, Instagram, Facebook e endereços eletrônicos (e-mails) para 383 estudantes, número definido por cálculo amostral. Após a realização de estudo piloto, utilizou-se a técnica da "bola de neve virtual" para a coleta das respostas. Realizou-se análise descritiva e inferencial dos dados por meio de frequências e regressões logísticas multinominais com nível de significância de 5%. A maioria dos estudantes (72%) eram do sexo feminino, 81,5% oriundos de instituições privadas. Houve insatisfação tanto para com as aulas remotas (42,1% totalmente e 25,4% parcialmente) quanto para a formação acadêmica (44,1% totalmente e 25,6% parcialmente), relatou-se queda de rendimento em 70,7% dos estudantes e pensamento em abandonar os estudos (40,5% afirmam que sim e 10,2% relatam "talvez"). Região de residência e dispositivo utilizado para acompanhar as aulas influenciaram no pensamento em desistir dos estudos (p&lt;0,05 e p=0,031 respectivamente), assim como o nível de conhecimento em informática influenciou no rendimento acadêmico durante a pandemia (p=0,009). Conclui-se que houve queda no rendimento acadêmico dos alunos durante a pandemia. O despreparo dos estudantes frente ao modelo remoto e as dificuldades relacionadas à aprendizagem demonstram que o Ensino Remoto Emergencial não foi suficiente para contemplar a gama de habilidades a serem desenvolvidas durante a formação.</p> 2024-02-23T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2024 https://revabeno.emnuvens.com.br/revabeno/article/view/1928 Podcast como ferramenta pedagógica complementar na Endodontia 2022-08-28T15:58:49-03:00 Mariana Oliveira da Silva Freitas spemilio@me.com Dara Glenda Nunes Hoffmann naodisponivel@gmail.com Mateus Paiva Bandeira naodisponivel@gmail.com Aida Renée Assayag Hanan naodisponivel@gmail.com Emílio Carlos Sponchiado-Júnior naodisponivel@gmail.com <p>Este estudo quantitativo e observacional de corte transversal objetivou avaliar a percepção dos estudantes sobre a utilização de <em>podcast</em> como ferramenta pedagógica no ensino da Endodontia. Os discentes que estavam matriculados no sétimo período de Odontologia em 2020/01 (n=30) e que tiveram contato com o projeto Endocast: Endodontia em <em>Podcast</em> foram convidados, individualmente, via e-mail institucional, para participar do estudo. Os alunos responderam a um questionário eletrônico do tipo <em>survey</em> com informações sobre o tipo de dispositivo utilizado, o lugar de acesso ao <em>podcast</em>, nível de satisfação, a importância da ferramenta para o aprendizado teórico e prático, frequência de acesso mensal, compreensão facilitada do conteúdo, relevância das informações, utilização do <em>podcast</em> como ferramenta auxiliar de aprendizagem e acessibilidade. As opções de resposta a essas questões foram apresentadas em escala de 5 pontos do tipo Likert. Os dados coletados foram processados e analisados por estatística descritiva. A taxa de resposta obtida foi de 86,66% (n=26), todos os respondentes relataram ter escutado o podcast durante seus estudos e 16 (61,53%) utilizaram o aparelho celular como dispositivo de acesso ao conteúdo da ferramenta. Em relação ao lugar de onde ouviam o <em>podcast</em>, 24 (92,3%) relataram acompanhar em casa. De forma geral, os participantes avaliaram o <em>podcast</em> como importante para seu aprendizado teórico, o consideraram como facilitador na compreensão dos conteúdos e determinante para complementar as aulas expositivas teóricas. Os achados deste estudo sugerem que os discentes podem ser beneficiados pela utilização do podcast como ferramenta complementar de aprendizagem.</p> 2024-04-21T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2024 https://revabeno.emnuvens.com.br/revabeno/article/view/2199 Interfaces entre racismo e Odontologia – necessidade de reconhecer para mudar 2023-11-26T09:40:54-03:00 Rafaela de Oliveira Cunha rafaeladeoliveiracunha@gmail.com Isabel Cristina Gonçalves Leite isabel.leite@ufjf.edu.br Mário Círio Nogueira mario.cirio.nogueira@gmail.com Danielle Teles da Cruz danitcruz@yahoo.com.br <p>O presente estudo teve como objetivo realizar uma revisão narrativa da literatura acerca das interfaces entre racismo e a Odontologia. A pesquisa bibliográfica foi realizada nas bases de dados Medline (<em>Medical Literature Analysis and Retrievel System Online</em>) via PubMed e BVS (Biblioteca Virtual de Saúde), entre janeiro e outubro de 2023, a partir da combinação dos descritores “racism”, “dentistry” e “oral health”. Foram selecionadas para compor esta revisão publicações sobre as intersecções entre o racismo, a educação e a prática odontológica. Foi possível identificar que a Odontologia sofre influência do racismo e atua na manutenção e na legitimação desse sistema de opressão. A falta de diversidade racial entre profissionais, docentes e estudantes da área, currículos de Odontologia pouco problematizadores, a falta de competência cultural dos profissionais e o viés racial na indicação de tratamentos odontológicos são pontos importantes elencados na literatura sobre as ligações entre racismo e Odontologia. Mudar esta realidade implica enquadrar o antirracismo como prioridade no ensino e na prática odontológica. Para que isso aconteça, é necessário, essencialmente, aceitar que o racismo existe e que seus fundamentos históricos ainda impactam e moldam a profissão.</p> 2024-04-11T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2024 https://revabeno.emnuvens.com.br/revabeno/article/view/2202 Aprendizagem baseada em problema na educação em saúde com enfoque no Sistema Único de Saúde 2024-01-04T09:34:54-03:00 Hayanna de Araújo Ramos Lavres haylavres@hotmail.com Janaína Araújo Dantas naodisponivae@gmail.com Cristiano Gaujac nadoik@gmail.com Regiane Cristina do Amaral naodispinivel@gmail.com Cecília Bezerra de Menezes Corbal Guerra nadispiniel@gmail.com Rangel Teles Freire naodispinivel@gmail.com Victor Arthur Rodrigues de Souza naodisponivel@gmail.com <p>O presente estudo teve como objetivo analisar a produção científica brasileira acerca da metodologia de aprendizagem baseada em problema (<em>problem-based learning</em>, PBL) utilizada como ferramenta de educação em saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Trata-se de uma revisão crítica de literatura, cuja estratégia de busca baseou-se na seleção de produções bibliográficas, realizada em março de 2023, por meio Biblioteca Virtual em Saúde (BVS). Os descritores em ciências da saúde (DeCS) empregados foram “aprendizagem baseada em problemas”, “educação em saúde” e “Sistema Único de Saúde”. Foram recuperados 60 artigos e após a aplicação dos critérios de elegibilidade, restaram 19 pesquisas, que culminaram na formação de duas categorias temáticas: a) metodologia ativa PBL como ferramenta no ensino-aprendizagem na graduação, no contexto do SUS e b) contribuições da metodologia PBL para a educação em saúde da população e\ou profissionais de saúde no âmbito do SUS. Conclui-se que a produção cientifica abordando a metodologia PBL utilizada como ferramenta de educação em saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde ainda é escassa no Brasil. </p> <p> </p> 2024-04-18T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2024